18 de agosto de 1868: A descoberta do hélio e o futuro dos balões

18 de agosto de 1868: A descoberta do hélio e o futuro dos balões

Durante um eclipse total na Índia, o astrônomo francês Pierre Janssen identificou uma linha amarela misteriosa no espectro solar. Esse sinal não correspondia a nenhum elemento conhecido na Terra. Pouco depois, o inglês Norman Lockyer também confirmou a descoberta e deu nome ao novo elemento: Hélio, em homenagem a Hélios, o deus grego do Sol.

Décadas mais tarde, o hélio foi finalmente encontrado e isolado na Terra. E o que parecia uma curiosidade científica se transformou em algo essencial para muitos setores, inclusive o nosso: o dos balões.

O hélio e os balões: ciência aplicada ao nosso dia a dia

O que começou como uma descoberta astronômica hoje está presente em festas, eventos, pesquisas atmosféricas e até em missões científicas.

O hélio é:

  • Mais leve que o ar, o que faz os balões flutuarem;

  • Não inflamável, trazendo segurança em relação a outros gases;

  • Estável e confiável, garantindo que balões decorativos e balões científicos tenham performance previsível.

Graças a essas propriedades, o hélio tornou-se indispensável para o mercado de balões, seja em celebrações que encantam, seja em projetos de pesquisa com balões estratosféricos que chegam a dezenas de quilômetros de altura para coletar dados da atmosfera.

Do Sol para o nosso negócio

Celebrar a descoberta do hélio é também reconhecer como a ciência transforma o mundo e cria novas possibilidades.

O que começou como uma linha amarela misteriosa no Sol hoje é parte fundamental do que fazemos: levar beleza, alegria e inovação para o ar através dos balões.

Feliz aniversário da primeira observação do hélio!
Que continue nos inspirando a voar cada vez mais alto.